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© Mundo Universitário
A Naifa
A Naifa promove terceiro disco
No Fio d’ A Naifa
Soturna e cortante, A Naifa brinda-nos com Uma inocente inclinação para o Mal, o terceiro disco da banda. São 14 as histórias que trazem para contar, uma delas bem real e que marca a evolução do percurso traçado pelo colectivo: a história de uma rapariga que escrevia poemas.
Por Andreia Arenga | info@mundouniversitario.pt
O título é sugestivo e deixa-nos quase à beira do precipício, prontos para mergulhar no mar de canções daquele que já é o terceiro álbum d’ A Naifa. ‘Uma Inocente Inclinação para o Mal’ acaba por definir o que trás lá dentro: catorze canções que são as protagonistas deste projecto. O álbum marca a consolidação de uma identidade própria que A Naifa tem vindo a criar desde o momento da sua formação e a composição lírica surge como elemento catalizador dessa evolução. «Temos tentado construir uma identidade em termos artísticos e isso tem sido um processo que já vem do primeiro disco. Destacamos como factor mais importante o facto de termos uma pessoa a escrever todas as letras do disco. É quase como se fosse o quinto elemento da banda», conta Luís Varatojo.

Ao contrário dos álbuns anteriores, ‘Uma Inocente Inclinação para o Mal’ é escrito por uma única pessoa. A juntar às 14 histórias que escreveu, Maria Rodrigues Teixeira é a personagem principal desta história maior: a de uma rapariga que escrevia poemas e que gostava de ouvir as músicas d’ A Naifa. Mitó, a vocalista da banda, revela como tudo aconteceu. «Maria Rodrigues Teixeira é uma rapariga que assistiu a um dos concertos d’ A Naifa e que no fim esteve a conversar connosco. Disse que gostou muito do ambiente e da concepção do espectáculo em si e nós confidenciámos-lhe que estávamos a pensar num terceiro trabalho ter o álbum todo escrito pelo mesmo escritor. Ela perguntou se, apesar de não ter nada editado, podia mandar algumas coisas e nós, claro, deixámos a porta aberta. Passados uns meses, apareceram os primeiros trabalhos dela, um envelope com vários poemas. Achámos que ela tinha absorvido lindamente o ambiente d’A Naifa. À volta de todos esses poemas surgiu este disco».

As canções revelam o ambiente criado pel’ A Naifa e falam sobre os temas que, de resto, têm vindo a servir de mote aos anteriores discos. O amor, o ódio, as pequenas vinganças quotidianas. Mais do que pedir emprestadas as imagens do cinema, vai beber inspiração às telenovelas, «isso sim um verdadeiro manancial [risos]» nas palavras de Luís Varatojo. O Fado continua lá com a presença da guitarra portuguesa, mas também as sonoridades electrónicas, com mais ou menos força que em ‘Canções Subterrâneas’ e ‘Três minutos antes da Maré encher’. Mas Luís Varatojo confessa que o mas importante é a música. Se o álbum é mais electrónico ou não isso para nós é um bocado irrelevante. Usamos a electrónica porque gostamos desse som, assim como eu toco guitarra portuguesa porque gosto do som da guitarra portuguesa. «A electrónica é um instrumento para nós. Eu não compro essa ideia de haver musica electrónica nem música acústica: há é música».
14.04.2008
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comentários
de Pavan...
Hola! querreda que me facilitarais vuetsro email para poder enviaros una informacif3n sobre cocina de fusif3n mediterre1neo-asie1tica que puede ser de vuetsro intere9s.Gracias, un saludo!
04-06-2012 14:53

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