![]() | Balanço positivo ao fim de um ano de Fundação UM ANO APÓS A PASSAGEM DAS UNIVERSIDADES DE AVEIRO E DO PORTO E DO INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA (ISCTE) A FUNDAÇÕES PÚBLICAS DE DIREITO PRIVADO, AS INSTITUIÇÕES PARECEM SATISFEITAS. A VOZ DOS REITORES MARQUES DOS SANTOS Reitor da Universidade do Porto «Esta foi uma mais-valia para a Universidade do Porto, mas ainda há um longo caminho a explorar. O novo modelo tem um potencial enorme pela gestão mais simplificada, o que gera uma maior rapidez na execução de projectos de investigação financiados. Conseguiu-se um fundo de tesouraria para que os projectos arranquem. Estas alterações permitem uma maior capacidade competitiva com universidades estrangeiras.» (à Lusa) MANUEL ASSUNÇÃO Reitor da Universidade de Aveiro «Este novo modelo de gestão e organizacional é um desafio de crescimento e de qualificação. A Universidade vai ter que se virar ainda mais para o exterior. O objectivo é alcançar um novo nível de desempenho na actuação da Universidade de Aveiro.» (à Lusa) A VOZ DOS ESTUDANTES RICARDO MORGADO Presidente Federação Académica do Porto «Evidentemente, este modelo tem um impacto muito grande quanto mais não seja pela forma simplifi cada como a Universidade vai passar a ser gerida. De uma maneira geral, fazemos um balanço positivo, apesar de no início este modelo nos ter levantado bastantes dúvidas porque era uma classificação que não existia. Temos vindo a perceber que tem havido um esforço para racionalizar recursos e que este modelo trouxe mais autonomia à instituição para se reestruturar e para se reavaliar. Julgo que a Universidade do Porto tem aqui uma oportunidade enorme de nos próximos quatro anos sedimentar este regime, benefi ciar dele e servir de exemplo para que todas as instituições possam também dar esse passo que, até ao momento, se tem mostrado benéfi co para a instituição e para os estudantes. Vamos ver agora como é que essas metas vão ser atingidas.» (ao MU) TIAGO ALVES Presidente Associação Académica de Aveiro «Acho que está a ser excelente para a Universidade. É uma oportunidade única porque temos um contrato plurianual o que nos vai obrigar a cumprir determinados objectivos e crescer. A nível da gestão houve várias mudanças, a nível de crescimento é difícil medir ainda porque os projectos estão numa fase de arranque, ainda estão a ser postos em prática e com a mudança de reitor o que atrasa um pouco o processo. Mas penso que será muito importante no futuro.» (ao MU) 08.02.2010 |









